O casal sueco Rehnberg, fã de "Jornada nas Estrelas", escolheu o nome de um dos personagens da série para batizar o filho. Os juízes suecos tentaram proibir que o filho dos dois se chamasse "Q", como queria. No fim, o pequeno Q Anbjörn Jackrapat Rehnberg pôde ficar com seu nome original.
Na Nova Zelândia, os pais da pequena Talula Does the Hula From Hawaii (em português, "Talula dança a Hula do Havaí") foram obrigados a mudar o nome da filha. De acordo com o juiz que tomou a decisão, o contrangimento da criança era tanto que ela se recusava a divulgar o nome para os colegas de escola.
Um romeno fã de carros não pensou duas vezes antes de batizar sua filha, escolheu "SLK", nome de um automóvel da Mercedes-Benz. E ainda acrescentou: "Se fosse menino, se chamaria BMW".
Na era da internet, nada mais comum que um casal se conhecer online. Estranho é batizar o filho com o nome de um buscador, Yahoo, como aconteceu com um casal de mexicanos, em março de 2005.
Quando o Brasil era uma colônia portuguesa, era muito comum os nobres terem mais de dez nomes — como dom Pedro I, que tinha outros 18 nomes. Talvez por isso o pai desta cidadã paulista tenha escolhido o nome "Tamara Taiana Elis Regina Satiko Harumi Clelia Cristina Bethania Angelica Amelia Catarina Rafaela Denis Berenice Lidia Clementina Magnolia Branca Galdino". Se você perdeu a conta, ela ganha de dom Pedro I: são 20 nomes no total.
Em abril de 2007, um juiz brasileiro autorizou que Arielly Rodrigues e Cristiano Costa, fãs de "Senhor dos Anéis", dessem o nome de filho "Lehgolaz" ao seu filho, em homenagem a um dos elfos da saga. A mãe ainda reclamou da demora em aceitarem a escolha: "O nome não é comum, mas não tem nada que possa expor meu filho ao ridículo".
fonte:guia dos curiosos
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
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